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23 Maio 2008 

Alimentos funcionais

Existem alimentos com propriedades nutricionais, classificados de “funcionais”, ou seja, são alimentos ou ingredientes que, além das funções nutricionais básicas, quando consumidos como parte da dieta habitual, produzem efeitos metabólicos, fisiológicos e benéficos à saúde. Eles devem ser seguros para consumo, sem precisar de supervisão médica. Relativamente á sua eficácia e segurança, devem ser asseguradas por estudos científicos. Um alimento natural ou melhorado com aditivos alimentares como as vitaminas, minerais dietéticos, culturas bacterianas, ómega 3, fibras, etc. Estes compostos adicionados ao alimento, podem colaborar para a manutenção da saúde e redução do risco de doenças. Foi no Japão, que se ouviu pela primeira vez o termo “Alimento funcional”, que favoreceu os objectivos do programa FOSHU (sigla, do inglês, que significa alimentação para uso especifico da saúde), onde se começou a ouvir, que era recomendável, o consumo de alimentos que, para além das propriedades nutricionais, trouxessem benefícios para a saúde, mas para ser beneficiado por estes alimentos é necessário que o seu consumo seja regular, e o consumidor deve seguir as instruções do rótulo, utilizando o produto da forma recomendada pelo seu fabricante. Os alimentos funcionais, funcionam como benéficos, apenas quando fazem parte de uma dieta equilibrada, porque uma dieta maluca, junto com a falta de exercício físico, tem vindo a ser apontada como um dos factores directamente relacionados com o aparecimento de determinadas doenças. A este propósito, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que o aumento do consumo de frutas e legumes atenua a ocorrência de doenças crónicas. Hoje em dia, para além dos aspectos gustativos, os consumidores procuram unir o sabor com os benefícios que os alimentos possuem tanto para o organismo, como para a saúde. Actualmente, uma das grandes inquietações da indústria alimentar é conseguir incrementar hábitos de alimentação mais saudáveis. Como tal, a Dr.ª Alexandra Bento, presidente da associação Portuguesa de nutricionistas (APN), aconselha que a indústria alimentar faça um diagnostico dos produtos, com o objectivo de reduzir, em quantidade, as substâncias que possam ser prejudiciais à saúde. A indústria, não indiferente a esta recomendação, aplica os conhecimentos da tecnologia alimentar ao serviço do consumidor, ao colocar produtos que permitam responder às necessidades nutricionais. Os alimentos funcionais podem ainda, conter indicações terapêuticas. Como por exemplo o leite que por ser rico em cálcio ajuda a prevenir ou adiar o aparecimento da osteoporose. Uma laranja também é um exemplo de um alimento funcional, devido aos constituintes em vitamina C e fibras, pode, por outro lado, proteger contra as gripes e constipações. O ómega 3, presente no salmão, na sardinha e no atum, também possui propriedades capazes de prevenir as doenças cardiovasculares e redução dos níveis de colesterol.
        
Contudo, apesar dos benefícios nutricionais que estes alimentos acarretam, eles devem ser vistos no contexto de um estilo de vida saudável, consumidos como parte complementar de uma alimentação variada, e não como uma solução milagrosa para a saúde e prevenção das doenças.
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23 Maio 2008 

O consumo de Vitamina D como forma de prolongar a esperança de vida

A doença clássica produzida pela deficiência de vitamina D é o raquitismo. A vitamina D é fundamental para a absorção do cálcio pelo organismo. Como outras vitaminas, deve ser consumida em quantidades adequadas, evitando faltas e excessos.Várias pesquisas revelaram que a vitamina D, além de fortalecer os ossos, estimula as defesas, fortificando o sistema imunitário e contribui para a prevenção de tumores. As quantidades de vitamina D que ingerimos e que o nosso organismo produz através da absorção das radiações solares não são suficientes para que esta tenha um efeito benéfico.Estima-se que aproximadamente 80% da quantidade necessária de vitamina D no organismo humano provenha da exposição solar.O próprio envelhecimento vai reduzindo a capacidade das pessoas sintetizarem vitamina D por exposição ao Sol.Os desenvolvimentos científicos realizados nos últimos anos permitiu-nos reflectir sobre o que podemos fazer para melhorar a nossa qualidade de vida. Este estudo, em particular, remete-nos para a importância que uma moderada exposição solar pode ter para o nosso bem-estar.
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22 Maio 2008 

Leguminosas como Alimento funcional

Durante muitos anos as leguminosas foram vistas como fontes opcionais de proteínas, tradicionalmente utilizadas nas dietas mediterrânicas mas actualmente, apresentam-se com uma nova valorização: começando a ser encaradas como alimentos funcionais, ou seja, alimentos que geram efeitos benéficos na saúde de quem os ingere. O destaque científico, sobre o papel que os alimentos funcionais desenpenham na prevenção e tratamento do cancro, diabetes, doenças cardiovasculares e hipertensão, nos últimos anos, têm aumentado significativamente. Os efeitos benéficos dos alimentos funcionais são actualmente muito valorizados economicamente e, pelo contrário, o risco que certos alimentos apresentam para a saúde desvaloriza-os.
Admin · 657 vistos · 0 comentários
22 Maio 2008 

Isoflavonas de soja na prevenção do cancro da mama

As mulheres com níveis sanguíneos elevados de um composto tipo estrogénio encontrado na soja apresentam um risco mais reduzido de desenvolver cancro da mama.A genisteína é uma das principais isoflavonas, compostos de plantas encontrados nas sementes de soja, grão-de-bico e outros legumes, que são estruturalmente semelhantes à hormona estrogénio e que se crê que se ligam aos receptores de estrogénio nas células do organismo.Contudo, não é claro se estas descobertas podem ser estendidas às mulheres nos países ocidentais, porque as mulheres japonesas tipicamente consomem isoflavonas de soja numa base regular desde muito cedo, o que pode influenciar os efeitos dos compostos no desenvolvimento de cancro da mama.
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22 Maio 2008 

Sumo de beterraba contra a pressão sanguínea alta

Estudo sugere que o consumo de meio litro de sumo de beterraba diariamente pode contribuir para baixar a pressão sanguínea de uma forma significativa.A substância chave é o nitrato, também encontrado em certos vegetais. A presença do nitrato no sumo é posteriormente convertida em nitrito após contacto com a saliva, devido a bactérias presentes na língua. Depois de engolida e já no ambiente ácido do estômago, a saliva é convertida em óxido nítrico, ou reinserida na circulação como nitrito.Caso a saliva não fosse engolida, a redução da pressão arterial não era observada pelos investigadores.Esta pesquisa sugere que o consumo de sumo de beterraba, ou outros vegetais ricos em nitrato, pode ser uma forma simples de manter o sistema cardiovascular saudável.A hipertensão manifesta-se em cerca de 42% da população portuguesa, estando na origem de cerca de metade de todas as doenças cardiovasculares. Este estudo poderá levar ao desenvolvimento de tratamentos de custo reduzido contra várias doenças cardiovasculares.
Admin · 78 vistos · 0 comentários

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